Reprovou no teste de estanqueidade da concessionária ou sentiu cheiro de gás sem achar o ponto do vazamento? Em prédios antigos do Rio, a tubulação de gás costuma ficar embutida dentro da parede ou do piso, o que tornaria o reparo tradicional uma obra grande. A Gás Fixe aplica resina líquida vedante diretamente no interior da tubulação, eliminando microvazamentos por dentro, sem quebra de alvenaria. Atendimento em toda a Zona Sul, Zona Norte e Niterói.
Quando a resina é a solução certa?
Reprovação em teste de estanqueidade
Quando a vistoria da concessionária de gás reprova o imóvel por perda de pressão, mas o vazamento está dentro de uma coluna embutida difícil de acessar.
Tubulação antiga de ferro ou cobre
Colunas de gás com mais de 20-30 anos frequentemente têm corrosão interna que causa microvazamentos ao longo da extensão do tubo, não apenas em um ponto único.
Vazamento sem localização visível
Cheiro de gás persistente sem nenhum ponto de vazamento aparente nas conexões externas geralmente indica porosidade interna na tubulação embutida.
Evitar quebra de acabamento
Em apartamentos reformados ou com revestimento caro (porcelanato, mármore), a resina evita ter que quebrar parede ou piso para acessar a tubulação.
Como funciona a aplicação de resina
1. Teste de pressão e localização: O técnico isola o trecho da tubulação e realiza teste de pressão com sensor digital para confirmar a extensão do vazamento.
2. Limpeza interna da tubulação: A coluna de gás é limpa internamente para garantir a aderência correta da resina nas paredes internas do tubo.
3. Injeção da resina vedante: A resina líquida é injetada e circula por toda a extensão interna da tubulação, vedando poros e pequenas fissuras internas.
4. Novo teste de estanqueidade: Após a cura da resina, é feito um novo teste de pressão conforme NBR 15526 da ABNT, liberando o laudo de vedação.